... é dia 31 de outubro, ou seja, HALLOWEEN. Também é o último sábado mês, o que significa que é dia de Gira de Exu. E também é dia do show Kreator / Exodus em São Paulo. Muita magia p/ uma noite só!! \m/
"Every Night To me / Is Always Halloween"

... é dia 31 de outubro, ou seja, HALLOWEEN. Também é o último sábado mês, o que significa que é dia de Gira de Exu. E também é dia do show Kreator / Exodus em São Paulo. Muita magia p/ uma noite só!! \m/
"Every Night To me / Is Always Halloween"

Últimos segundos gravados em SP. Emocionante!
Filha do saudoso Dias Gomes, escritora, roqueira, linda e tatuada: merece um lugar no nosso panteão de musas.
Bio:
Mayra Dias Gomes é filha do segundo casamento do dramaturgo Dias Gomes com a atriz Bernadeth Lyzio. Ela diz que o choque da perda do pai, quando ela tinha 11 anos de idade, foi tão grande, que ela não se lembra de nada da convivência com ele. Enfrentou uma forte depressão. Entrando na adolescência, envolveu-se com drogas, e entrou em depressão novamente ao largá-las. Ele morreu em um acidente de carro em São Paulo. "Soube da morte do meu pai pela internet. A forma como descobri foi o meu maior impacto. Depois, tive uma amnésia da minha infância e me deslumbrei com formas de fuga".
Nessa época, abandonou a escola onde estudava no Rio e fez supletivo. A crise se tornou maior quando Mayra se envolveu com um roqueiro de quem se tornou extremamente dependente, a ponto de pensar em morrer. “Vivi uma relação autodestrutiva e obsessiva por ele. Me entregava àquele homem e aos outros buscando uma salvação”, recorda. Ela acredita que a relação doentia que mantinha com os namorados tinha sua raiz na falta que sentia do pai. Uma nova fase surgiu por intermédio do livro, quando conseguiu enxergar seus problemas ao criar uma personagem muito parecida com ela, Satine, e que vivencia dramas semelhantes. A história demorou cerca de seis meses para ficar pronta. Mayra afirma que optou por escrevê-la, freneticamente, até a metade, quando decidiu analisar o que havia criado. A mãe foi uma das maiores incentivadoras. "Eu cheguei em um ponto que eu pensei que ou em matava ou me dedicava a algo, foi aí que encontrei a escrita".
Mayra lançou seu primeiro livro em 2007, aos 17 anos. Fugalaça é um misto de ficção e autobiografia, narrando em detalhes o mergulho de uma jovem num mundo regado a sexo, drogas e rock'n'roll. Vai lançar um segundo livro no segundo semestre de 2009, que se chamará Mil e Uma Noites de Silêncio. "Conta a história de uma jovem moça solitária, transviada pelos abandonos em sua vida, que sofre de insônia e é incapaz de lidar com a sociedade", explica.







Uma banda entrosada, músicos de primeira linha, com um repertório matador, somados a uma platéia fanática, que conhece cada nota e cada verso das músicas: foi esse o show que o Stratovarius proporcionou na terça, dia 20/10, no Citibank Hall de São Paulo.
A banda hoje é muito diferente daquela que se apresentou no Live´n´Louder de 2006. Em 2006, a banda juntava seus cacos, após o colapso nervoso do guitarrista e fundador da Banda Timo Tolkki, e da deterioração de relacionamento entre seus integrantes.
No caótico show de 2006, Tolkki parecia distante: seus dedos se moviam, mas ele parecia apático demais. Jorg e Jens ficaram o show todo de cara amarrada, enquanto Lauri e Kotipelto se esforçavam para o show prosseguir. A ruptura era próxima e nem o repertório impecável disfarçavam isso. Na época, cheguei a acreditar que era só excesso de zelo, uma vez que todo o show foi permeado de problemas técnicos com microfones, irritação, Jorg atravessando tempos, essas coisas. Longe disso.
Tolkki escreveu algumas das canções mais bonitas da virada do século, mas foi incapaz de seguir adiante com a banda. Muitos (eu inclusive) não acreditavam na possibilidade de seguir com outro guitarrista. Bem, estavamos todos errados.
Depois de 3 anos de ostracismo e polêmicas, a banda se reuniu ao guitarrista Matias, gravou um novo album e iniciou a tour que os trouxe a São Paulo.
Desde o primeiro instante, o Strato mostrou a que veio: bastaram os primeiros acordes da épica e lindíssma Destiny ecoarem que o Citibank Hall Veio abaixo. Matias foi bem recebido e ganhou de cara a lealdade do público brasileiro. Kotipelto, Lauri, Jen e Jorg não disfarçavam a felicidade de reencotrarem seu público depois de tempos tão difíceis.
Destiny terminou, Kotipelto saudou SP e apresentou Matias. Em meio aos berros de "Stratovarius, Stratovarius", o show seguiu com a destruidora Speed of Light, a emocionante Hunting High And Low (adoro a letra dessa música) e a clássica Kiss of Judas. E foi só o começo.
A noit passeou pelos grandes momentos do Stratovarius, nos dando Phoenix (outra letra ferrada de bonita), 3 músicas novas que ficaram muito bem ao vivo, A Million Light Years Away e outros clássicos: Father Time (épica, veloz, letra fodida), Twilight Symphony, Paradise (prima em primeiro grau de Future World, mas muito mais séria) e o fim com Forever e Black Diamond. Solos de guitarra, baixo e teclado, todos com participação ativa do público.
Jorg Michael é um dos bateristas que mais admiro: dono de uma pegada rock´n´roll, sem descuidar da técnica, como o mestre sueco Mikkey Dee. Não é a toa que tocou nas principais bandas alemãs. Lauri Porra é um grande baixista e completa bem a cozinha do Stratovarius, cavalgando seu baixo com snaping. Aliás, bom frisar, que a cozinha do Strato é o cerne mais metal da banda.
Jens é um grande músico, que por vezes usa seu teclado como uma segunda guitarra. Sempre fico besta vendo ele tocando. Matias é um substituto tecnicamente seguro para as seis cordas e acredito que o tempo lhe fará justiça como compositor.
E Timo Kotipelto é um dos melhores frontman de rock que lembro de ter visto. O sujeito é poser até a alma, mas tem a presença e o bom humor, além de sempre me lembrar o incrível Michael Kiske nos seus bons tempos. Em determinados momentos, dava p/ ver lágrimas discretas correndo dos seus olhos. De longe, era o mais feliz pelo momento. Grande artista!
E foi isso. Eu e o Zkaum saímos de lá com um sorriso que insiste em não sair do rosto, ao som em playback de Nightgale (lembra de Twin Peaks?). Um do melhores do ano, sem dúvida.
A banda provou que ainda tem muita lenha p/ queimar e que possui talento suficiente p/ sobreviver as toneladas de clichês que ameaçam soterrar o Power Metal p/ sempre.
Come Back Soon, Please!
Outras vezes em que a banda veio.
Em 2006, no saudoso Live´n´Louder
Em 2005, na gravação do DVd que nunca saiu:
E na primeira tour, no show que aocntecia quando um "apagão" deixou metade do país sem energia elétrica. Depois de uma hora de espera, já que ninguém deixava o local, os dois Timos, vocalista e guitarrista, subiram ao palco carregando um violão e continuaram o set acústico até a volta da energia. Histórico:
Terça tem Stratovarius
Free choices always had the chance
To play the music you like true and faithful
You support this sound and rhythm
You back up it's future from deep in your heart
Faster beats are pounding
While the fans are shouting
Metal is forever
In every single matter
Metal is forever
Nations come together
Excited - when you go to see a show
Your feelings arise
Committed - You became a fan forever
Knowing the words you sing all the tunes
Faster beats are pounding
Glowing tubes - high sounding
Metal is forever
In every single matter
Metal is forever
Nations come together
Faster beats are pounding
Screaming voices - howling
Metal is forever
In every single matter
Metal is forever
Nations come together
Via email, do Celso. Mto bom!


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