Seven Keys Of Rock


31/10/2009


Peanuts

Hey Linus, Eu acredito em vc. E no Monstro do Espaguete. Me dê licença agora, porque vou ouvir Black Metal norueguês e conjurar a Grande Abóbora (tomara que ela goste de frangos de borracha como sacrfício, eu não iria machucar o bichinho só p/ ganhar presente):

"Erga-se das Trevas Primordiais, Ó Grande Abóbora..."

Escrito por Lucas às 22h18
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A História de Jack O

A vela na abóbora provavelmente tem sua origem no folclore irlandês. Um homem chamado Jack, um alcoólatra grosseiro, em um 31 de outubro bebeu excessivamente e o diabo veio levar sua alma. Desesperado, Jack implora por mais um copo de bebida e o diabo concede. Jack estava sem dinheiro para o último trago e pede ao Diabo que se transforme em uma moeda. O Diabo concorda. Mal vê a moeda sobre a mesa, Jack guarda-a na carteira, que tem um fecho em forma de cruz. Desesperado, o Diabo implora para sair e Jack propõe um trato: libertá-lo em troca de ficar na Terra por mais um ano inteiro. Sem opção, o Diabo concorda. Feliz com a oportunidade, Jack resolve mudar seu modo de agir e começa a tratar bem a esposa e os filhos, vai à igreja e faz até caridade. Mas a mudança não dura muito tempo, não.

No próximo ano, na noite de 31 de outubro, Jack está indo para casa quando o Diabo aparece. Jack, esperto como sempre, convence o diabo a pegar uma maçã de uma árvore. O diabo aceita e quando sobe no primeiro galho, Jack pega um canivete em seu bolso e desenha uma cruz no tronco. O diabo promete partir por mais dez anos. Sem aceitar a proposta, Jack ordena que o diabo nunca mais o aborreça. O diabo aceita e Jack o liberta da árvore.
Para seu azar, um ano mais tarde, Jack morre. Tenta entrar no céu, mas sua entrada é negada. Sem alternativa, vai para o inferno. O diabo, ainda desconfiado e se sentindo humilhado, também não permite sua entrada. Mas, com pena da alma perdida, o diabo joga uma brasa para que Jack possa iluminar seu caminho pelo limbo. Jack põe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando. Os nabos na Irlanda eram usados como seu "lanternas do Jack" originalmente. Mas quando os imigrantes vieram para a América, eles acharam que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então Jack O'Lantern (Jack da Lanterna). na América passa a ser uma abóbora, iluminada com uma brasa.
Ainda em ritmo de festa pagã, mais King Diamond:

Oh It's Halloween
Every Night To Me Is Halloween
Like An Ancient Scene
You Know Just What I Mean
Halloween You Are My Pride
Halloween Not Just A Dream
The Moon Is Full, Another Perfect Day Has Began
Like A Demon's Eye, That Devil's Eye
Will We Ever Die
Solo: Mike
Halloween You Are My Pride
Halloween Not Just A Dream
Solo: Andy
Every Night Will Be Another Evil Scene
Like In Horror Dreams I Want
I Command You To Scream
Halloween You Are My Pride
Halloween Not Just A Dream
Halloween...Halloween...

Escrito por Lucas às 15h19
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Every Night To Me / Is Always HALLOWEEN

Pois é, 31 de outubro. Dia importante para a Tradição.

O SKR faz sua parte e para tornar essa data mais divertida, começa com o vídeo do Mercyful Fate tocando Come To The Sabbath no Chile, na sua segunda tour na América do Sul:

Come To The Sabbath

Mercyful Fate

Composição: King Diamond

Come come to the Sabbath, down by the
ruined Bridge
Witches and Demons are coming
Just follow the magic Call
Come come to the Sabbath, down by the
ruined Bridge
Later on the Master will join us
Called from the Heart of Hell
At first we light up a Fire, and then we hail
our Lord
Two Candles, a black and a white, are placed
upon the Altar
North, South, East and West, and so we
clean the Air
High Priestess invoking the Devil, infernal
Names are spoken
Come to the Sabbath...Sabbath
...Sabbath...Sabbath
Come to the Sabbath
The Ceremony's proceeding, it's Time to
grant your Wishes
An Evil Curse on the Priest who took the Life
of Melissa
Now we must close up the Ritual, read the
Enochian Key
And so it will be done, Amen... now come
Come to the Sabbath...Sabbath
...Sabbath...Sabbath
Come to the Sabbath...now here we come
Solo: H.S.
If you say Heaven, I say a Castle of Lies
You say forgive him, I say Revenge
My sweet Satan, You are The One

Sinistra né? E fanfarrona tb. Como a celebração moderna de Halloween.

Halloween é festa também, e por isso não pode faltar cerveja e mulher gostosa com pouca roupa:

Ah, depois dessa acho que vou precisar de uma enfermeira. Pode ser essa aqui:

Escrito por Lucas às 13h10
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27/10/2009


Kreator no Programa Livre em 1992

Finalmente, uma coisa que vale a pena postar. P/ quem for ao show já ir esquentando as turbinas:

Escrito por Lucas às 15h26
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25/10/2009


Caiu na Rede: Slayer - World Painted Blood

O Slayer realmente é uma banda diferenciada. Conseguiu se manter em evidência apesar dos largos espaços de tempo entre seus trabalhos de estúdio, resistiu ao declínio da música pesada nos anos 90 e permaneceu como um desses raros artistas de rock com reputação de integridade.

Com certeza, não foi um caminho dos mais fáceis. No entanto, a banda acertou ao recusar as desculpas esfarrapadas de "atualizar" sua música e sabiamente evitou o caminho da experimentação pura e da autoironia que quase levaram o Thrash Metal ao ostracismo. O último trabalho da banda, World Painted Blood, a sair em novembro, é fiel a proposta que caracteriza toda a carreira do Slayer: a de fazer música pura, intensa e explosiva. E apesar de alguns riffs trazerem timbres e acordes um tanto anômalos para os padrões da banda, o que encontramos é o mesmo Slayer visceral de sempre.  

A faixa título abre caminho com riffs cavalgados no melhor estilo Bay Area e um refrão feito para ser cantando com punhos no ar. Lembra um pouco o clima de Seasons In The Abyss, com elementos de Heavy Metal tradicional e com algumas mudanças de andamento a mais do que costumam gravar.

Unit 731 me lembrou determinadas faixas de Divine Intervation. Veloz e pesada, vai fazer brotar muita roda de mosh se tocada ao vivo. A seguinte, Snuff, também é curta, pesada e veloz, mas nem poderia ser de outra forma, afinal é o Slayer. É praticamente um convite ao mosh, com suas quebradas de ritmo. E tem algo de crossover também. A letra fala sobre a lenda urbana dos Snuff Movies. Bem legal.

Beauty Through Order é lenta e arrastada, parece saída de South of Heaven, até ganhar pique.

Hate WorldWide foi um dos singles e tem algo de Metalcore, bem ao gosto do público americano.   

Public Display of Dismemberment parece saída de Seasons também. O album inteiro tem algo de nostálgico, com todas as faixas remetendo muito a Seasons In The Abyss, South of Heaven e Divine Intervation, justamente aqueles compostos no período que resultou na saída de Dave Lombardo e com a entrada de Paul Bostaph.

Human Stran é outra com levada Metalcore, que parece saída de South Of Heaven, que vira um quase-doom, p/ ganhar velocidade no final. Diferente. 

Psychopatty Red é rápida e certeira. Uma das minhas favoritas.

Play With Dolls é diferente. Começa lenta, evolui p/ uma rifferada infernal e termina nela. Gostei.

Not Of This God fecha com chave de ouro o disco. Cavalgada e feroz.

E é isso. O Slayer fez o de sempre: se reinventou, mas sem os males daquelas bandas que lançaram discos cheios de boas idéias, mas sem nenhuma coesão. Um dos discos do Ano.

 

Escrito por Lucas às 16h57
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