RIP Jangada

Querido amigo

Neste domingo, você nos deixou e partiu para junto do Grande Pai.

Agora, você contempla os campos da Eternidade, livre das misérias deste mundo.

Certa vez, se a memória não me trai, o Lars do Metallica disse que Deus pega os melhores para ele. Acho uma verdade. E enquanto estamos tristes aqui na Terra, sabemos que você se juntou a Dio, Ingo, Lennon, Cliff Burton, Randy Roads e tantos outros heróis que partiram cedo.

Obrigado pelos anos de Rock´n´Roll e esteja em PAZ

Deus te abençoe

Réquiem para Steve Lee - Gotthard: Homegrown Live in Lugano

Há alguns anos vem se desenhando um revival de Hard Rock. O gênero, meio esquecido depois dos excessos dos anos 80, voltou a tona no finalzinho dos anos 90, sofrendo com a concorrência das bandas de Power Metal e tentando reencontrar seu público entre os fãs do Classic Rock.

O Gotthard era a banda mais proeminente deste cenário. Agregando boas canções, excelentes albuns e shows energéticos, os suíços  de Lugano pareciam fadados a um lugar especial no coração do público. 

E de fato eram: além de todos esses predicados, a banda ainda possuía um dos melhores frontman que o rock conheceu: o grande Steve Lee.

"Homegrown: Live in Lugano" foi gravado na cidade natal da banda, durante a memorável tour de 2010 e nos oferece o Gotthard em seu melhor momento. Tecnicamente perfeito e com canções que sobreviverão ao inefável teste do tempo como Unspoken Words, Shagri La e a mega Anytime Anywhere, este "live" segue como o testamento artístico de Steve Lee, falecido alguns meses depois em um trágico acidente nos Estados Unidos.

Recomendo!

 RIP Steve Lee

And The Band Played On - Saxon em São Paulo (HSBC Brasil, 22/10/2011)

Ícone da New Wave of British Heavy Metal, o Saxon é legítimo representante de uma cena que assassinou o punk, deu porrada no progressivo e fez a disco music desaparecer como uma ressaca ruim.

Mas, depois de uma década ausente e de duas pipocadas históricas (2005 e 2006) a espera em relação a esse show oscilava entre a mais alta expectativa e a dúvida.

Fato: uma década ausente é muito tempo nesses dias. O que explica a casa não vazia, mas longe da lotação que se espera de uma banda veterana. Entretanto, apesar de divulgar o novo "Call To Arms", a banda não economizou nos clássicos e carregou o público fanático para o tempo onde o Heavy Metal reinava soberano.

E que noite perfeita:  banda muito a vontade, de bom humor e tocando como se não houvesse amanhã por mais de duas horas; grandes hinos como "Heavy Metal Thunder", "Motorcycle Man", "Denim and Leather" e mesmo as faixas recentes transformando o HSBC Brasil numa arena oitentista, celebrando a longevidade e a saúde criativa do gênero musical mais criticado da história.

Pontualidade e som perfeito também ajudaram, apagando da memória algumas mancadas em shows recentes neste mesmo local.

Aula de rock´n´roll, ministrada por professores que enfiaram alguma vida goela abaixo na música popular do final dos anos 70.

Set

1. Hammer of the Gods
2. Heavy Metal Thunder
3. Never Surrender
4. Chasing the Bullet
5. Motorcycle Man
6. Back in '79
7. And the Bands Played On
8. Mists of Avalon
9. Demon Sweeney Todd
10. Call to Arms
11. Dallas 1 PM
12. Rock 'n' Roll Gypsy
13. Rock the Nations
14. Battle Cry
15. When Doomsday Comes (Hybrid Theory)
16. Denim and Leather
17. 20,000 Ft
18. Wheels of Steel

Encore 1:
19. Crusader
20. 747 (Strangers in the Night) intercalado com o solo de guitarra do Doug Scarratt
21. Power and the Glory
22. Ride Like the Wind (Christopher Cross cover)

Encore 2:
(Bass solo)
23. Strong Arm of the Law
24. Princess of the Night

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